Luísa sentiu as pernas bambearem, mas manteve a compostura diante de Don Morano.
Os seus olhos piscavam rápido enquanto absorviam a imponência daquele homem. Algo na expressão dele parecia familiar, mas ela não conseguia identificar o motivo.
— Desculpe, senhor Morano!
— Não suporto atrasos… — Don Morano reclamou com veemência. — Vou ligar para sua supervisora e…
— Por favor, não faça isso, senhor. Hoje é o meu primeiro dia e eu preciso desse trabalho.
Paolo a observou com intensidade e, d