Claire
Por um longo momento, ficamos ali, nossos corpos ainda entrelaçados, nossas respirações entrecortadas preenchendo o silêncio do quarto. Jean-Luc se inclinou para trás, apoiando-se em um braço para me observar. Sua outra mão subiu até meu rosto, onde ele traçou minha mandíbula com os dedos, seu toque não mais tão terno quanto antes.
— Você está bem? — ele perguntou, sua voz baixa e cheia de preocupação genuína.
Eu apenas assenti, incapaz de encontrar as palavras para responder. Tudo o que