Uma enfermeira se aproximou, e por um instante meu coração acelerou — achei que vinha com notícias de Clara.
Mas não.
— Senhor Bianchi, precisamos cuidar da sua mão — disse ela com gentileza.
Foi então que olhei para baixo e vi o pano que envolvia meus dedos. Nem percebi quando o colocaram — provavelmente o fazendeiro que nos ajudou no início de tudo. O tecido estava completamente encharcado de vermelho.
— Vamos, Lorenzo — insistiu Graziela, percebendo minha hesitação.
— Vá, Lorenzo. Se houver