Clara despertou com os primeiros raios de sol que atravessavam os vidros do quarto do hospital, iluminando suavemente seu rosto pálido.
Acariciei sua mão, aliviado por vê-la acordada.
— Eu não sei o que aconteceu, Lorenzo... foi tudo tão rápido — ela murmurou, a voz trêmula. — Eu esperava o sinal fechar para os carros e, quando fechou, comecei a atravessar. De repente, ouvi o barulho dos pneus cantando e o som do motor acelerando em minha direção. Só senti um empurrão forte nas costas, como se