Já caía a noite quando o jatinho tocou o solo em Nova York. O céu estava encoberto, e as luzes da cidade cintilavam como se refletissem o turbilhão dentro de mim. Meu celular havia descarregado, então liguei o computador a bordo e recebi de Alerrandro o endereço do hospital onde Clara estava internada.
Fui para lá como uma bala. O trânsito parecia um inimigo pessoal, cada semáforo um obstáculo entre mim e ela. Eu só queria vê-la, tocá-la, ouvir sua voz e saber que estava bem.
O hospital era um