— Senhor, desculpe o horário… mas a senhorita Beatriz se encontra aqui — informou a recepcionista, hesitante.
Ao fundo, escutei a voz de Beatriz alterada, gritando algo que não consegui entender.
Fechei os olhos, respirei fundo. Eu detestava escândalos — qualquer tipo deles.
— Senhor, posso deixá-la subir? — insistiu a recepcionista.
— Não. — respondi, seco, desligando o telefone.
Meu sangue ferveu. O que aquela louca estava fazendo ali?
Por descuido do segurança, ela conseguiu entrar no