Cheguei em casa de madrugada, exausto após um dia cansativo, a mente girando com todas as discussões que haviam ocorrido. A porta rangeu ao ser aberta, e entrei, o peso das minhas decisões pesando nos ombros. O silêncio da casa era quase ensurdecedor, e um aperto no peito me acompanhava enquanto caminhava em direção ao quarto.
Quando abri a porta, encontrei Angeline dormindo na cama, seus olhos inchados e vermelhos de tanto chorar. A visão dela ali, vulnerável e ferida, provocou uma onda de emo