Fiquei ali, parada no meio do quarto, o gosto amargo ainda na minha boca e o peso das palavras de Matteo pressionando meu peito como um fardo impossível de carregar. Ele queria que eu me afastasse. Como se eu fosse um problema. Como se eu fosse um risco.
Soltei uma risada vazia, jogando o copo na cômoda com um pouco mais de força do que o necessário. A raiva pulsava em mim, mas por baixo dela havia algo ainda pior, dor.
Eu sabia que esse momento chegaria. Desde que Isabella cruzou aquela porta,