Acordei com um som abafado, uma batida suave na porta do quarto. Pisquei algumas vezes, tentando ajustar meus olhos à penumbra. Ao meu lado, Angeline dormia profundamente, a respiração calma e constante. Outro som. Dessa vez, mais insistente.
Me levantei devagar, tomando cuidado para não acordá-la. Ao abrir a porta, encontrei Isabella, seu pequeno corpo envolto em um cobertor rosa. Seus olhos castanhos estavam arregalados, um misto de sono e incerteza.
— O que foi, Isabella? — minha voz saiu