Eu não conseguia tirar os olhos de Angeline. Sua expressão era um misto de incredulidade e raiva, mas havia algo mais ali, uma dor profunda, uma decepção que me atingia como um soco no estômago.
Eu queria acreditar nela. Queria acreditar que ela jamais machucaria Isabella. Mas os soluços da minha filha, sua voz trêmula lhe acusando, me deixavam sem chão.
Quando todos saíram, quando o barulho dos passos se dissipou, restamos apenas nós dois no quintal. Um silêncio pesado caiu entre nós, mas eu s