Acordei com a luz suave da manhã filtrando pelas frestas da cortina e o som distante de panelas vindo da cozinha. Miguel ainda dormia, o rosto sereno, como não via há tempos. Giulia também repousava em seu quartinho, e por um instante senti o coração calmo.
Vesti o robe e desci devagar, sentindo o aroma de café fresco e pão quentinho invadir o corredor. Encontrei Maria na cozinha, de costas, com o avental amarrado na cintura, cantarolando baixinho uma música em espanhol.
— Bom dia — falei baixi