Ela entra no quarto primeiro, os saltos ecoando no piso de madeira e seu vestido ainda colando nas curvas como se tivesse sido moldado para ela. Fecho a porta atrás de nós com firmeza, a chave girando na fechadura, selando a promessa que carrego nos olhos desde o primeiro segundo em que a vi naquela festa: ela é minha.
Isa se vira devagar, os olhos brilhando sob a luz baixa do abajur. A hesitação nela é doce, mas também provocante. Um convite e um desafio.
— Você... — Ela começa, mas eu não dei