O sol de Sevilha já começava a aquecer as ruas de pedra quando peguei a mãozinha de Giulia e a conduzi para fora do carro. Ela saltitava ao meu lado, o vestido leve balançando, o sorriso iluminando o mundo como só ela sabia fazer.
Decidi que hoje seria um dia só nosso. Precisávamos disso — eu precisava disso.
— Onde a gente vai, papai? — ela perguntou, olhando para cima com os olhos curiosos.
Sorri, apertando seus dedos pequenos entre os meus.
— Vamos tomar café naquela cafeteria que voc