A cada passo em direção à casa dos pais de Giulia, meu coração batia mais rápido. Não importava quantas vezes eu cruzasse aquele portão, sempre sentia uma mistura estranha de nervosismo e gratidão. Nervosismo porque ainda havia muito que curar, muito a reconstruir. Gratidão porque, apesar de tudo, estávamos juntos, vivos, com a chance de recomeçar.
Miguel abriu a porta antes mesmo que eu pudesse tocar a campainha. O sorriso dele era discreto, mas sincero.
— Ela está na sala com Isa e a Serena.