O som do sino da porta da cafeteria ecoou pelos meus ouvidos como uma música conhecida. Era estranho: parte de mim reconhecia cada detalhe daquele lugar, como se fosse uma velha amiga; outra parte, no entanto, se sentia uma visitante, alguém que ainda estava tentando se reconectar com o passado. Respirei fundo, ajustando a alça da bolsa no ombro, enquanto Noah empurrava o carrinho de Serena logo atrás de mim.
— Tem certeza de que está pronta? — ele perguntou, com aquela preocupação doce que sem