Um café pareceu uma boa ideia para descansar. De qualquer forma, percebi que não ia conseguir dormir sem antes tomar algo quente.
Coloquei o casaco mais pesado que tinha à mão e enrolei o cachecol no pescoço. O frio da noite londrina era diferente de tudo que eu já tinha sentido. Era úmido, insistente, capaz de atravessar até as roupas mais grossas.
A cafeteria no fim da rua estava quase fechando, mas a luz baixa e o aroma de pão recém-saído do forno me chamavam. Entrei, me sentindo um pouco co