Eu ainda não tinha me acostumado com a ideia de ter um segurança. Para ser sincera, nunca pensei que precisaria de alguém me acompanhando para coisas tão banais quanto assinar documentos da cafeteria ou comprar frutas no mercado. Mas depois da noite do ataque à galeria de Noah, tudo tinha mudado. Meu pai foi firme, quase irredutível, ao afirmar que eu não ficaria sozinha em lugar nenhum até que a polícia resolvesse quem estava por trás de tudo aquilo.
E, por mais que a sensação de estar sendo v