As paredes da sala pareciam absorver o silêncio, deixando apenas o som suave da respiração de Serena no berço, a luz do abajur desenhando sombras delicadas no rosto dela. Eu deveria estar em paz olhando para a minha filha, mas dentro de mim só havia um peso sufocante. A lembrança das telas quebradas, dos capuzes nas câmeras de segurança, do alarme ecoando como um grito de alerta, tudo ainda queimava na minha mente.
Giulia estava ao meu lado no sofá, enrolada em uma manta leve. Os olhos castanho