O som de vozes, risadas e passos ecoava pelo salão da galeria, cada canto iluminado por refletores estrategicamente posicionados para valorizar os quadros expostos. O ambiente estava vibrante, elegante, e ainda assim, quando Noah entrelaçou sua mão na minha, senti como se tudo se silenciasse. Eu não precisava de mais nada além daquele toque firme e sereno, como se fosse a âncora que me mantinha no mundo.
— Você está bem? — ele perguntou, inclinando-se discretamente em meu ouvido, sua voz baixa