O relógio na parede marcava dez da manhã quando uma batida suave na porta anunciou a entrada de uma enfermeira. Eu estava sentada na poltrona, com Serena adormecida no colo, e Noah estava de pé, apoiado na parede, segurando uma garrafa de água. Meus olhos ardiam de cansaço, e meus ombros doíam, mas o medo me mantinha desperta.
— Bom dia, Giulia. Bom dia, Noah — disse a enfermeira, sorrindo com delicadeza. — Eu sou a Helena, da equipe de pediatria. Vim para uma orientação especial para vocês.
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