O sol ainda nem tinha aparecido quando abri os olhos, sentindo as pálpebras pesadas e os músculos doloridos pela posição em que dormi. O barulho dos monitores, o bip constante e o ar frio do quarto hospitalar eram lembranças de que a noite anterior não tinha sido um pesadelo. Era real.
Minha filha estava ali, deitadinha no berço transparente, com um soro no bracinho minúsculo e um sensor preso ao pé. A visão dela assim, tão pequena e vulnerável, fez meu peito se apertar com força.
Noah estava n