Entramos na emergência do hospital praticamente correndo. O ar frio, o cheiro de desinfetante e o som de monitores misturavam-se ao choro agudo de Serena, que parecia cortar o peito de todo mundo ali.
— Por favor! — Giulia quase gritou, a voz embargada, apertando a filha contra si. — Minha bebê… ela não para de chorar, está quente, suando…
Uma enfermeira correu em nossa direção, puxando um carrinho de triagem.
— Venham rápido! — ela disse com urgência. — Deixem ela aqui.
Ver Giulia hesitar por