ANGELINE HARRINGTON
Quando estávamos finalmente exaustos, saciados e pegajosos, meu estômago roncou alto. Ele riu, um som raro e verdadeiro que fez meu coração apertar.
— A minha fera tem fome — disse, beliscando meu quadril.
— Você me esvaziou de todas as formas possíveis — reclamei, sem força, encostada nele.
— Só pra encher de novo depois, mas agora com comida. Depois veremos… — ele propôs, levantando-se com uma energia que eu invejava. — Vem, vamos tomar café.
Horas mais tarde, depois d