Narrado por Nikolai Volkov
Quando cheguei ao quarto, coloquei-a na cama com a delicadeza de quem manuseia vidro. Ela estava lívida, pálida como o mármore dos corredores lá embaixo. Meu coração batia tão forte que parecia querer escapar do peito.
— Yulia! Mila! — gritei, minha voz ecoando pelas paredes. — Chamem o médico. Agora!
As empregadas correram, seus passos abafados pelo tapete grosso. Angeline mantinha os olhos fechados, sua respiração superficial e rápida. Sentei-me na cama e puxei-a pa