A manhã parecia mais leve do que as anteriores para Isabel. Ao chegar no solar da família Ferraz, Isabel sentiu o ar fresco, o perfume das flores do solar Ferraz.
Alfredo a acompanhou mais uma vez até o jardim interno, onde Gabriel já a aguardava. Ele estava sentado junto uma mesa de ferro forjado, com duas xícaras de chá servidas entre eles. A camisa clara com as mangas dobradas e colete justo. Quando Isabel entrou, os olhos cinzentos fixos nela.
— Obrigado por ter vindo — disse ele, apontando