CAPÍTULO TREZE

AMÉLIA COBALTO

Deixo a costura de lado me levantando com ansiedade, passo a mão arrumando o vestido, Afonso tem oa olhos atentos em mim.

- Posso terminar depois - um quase sorriso aparece em seus lábios com minha ansiedade

- Pode?

- Sim, gostaria de conhecer a fazenda ao seu lado - sinto-me envergonhada com minha ousadia - Eu..

Afonso me estende a mão e eu pego imediatamente, a pele das minhas mãos não são tão finas por conta das roupas que lavo no ria com a mamãe mas as mãos do Afonso tem muitos calos são grandes e ásperas porém me tocam com delicadeza.

Descemos as escadas e saímos da casa grande em um silêncio confortável, caminhamos ate o estábulo.

Afonso O estábulo ainda guardava o cheiro quente de feno e couro quando Afonso entrou primeiro. Eu o segui com passos contidos, as mãos cruzadas à frente do corpo, como se ainda não soubesse exatamente o que fazer com elas. Os cavalos se remexiam em suas baias, inquietos, batendo os cascos contra o chão de terra batida.

Ele escol
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