— Obrigado pela comida — agradeci, recostando contra a cabeceira da cama, ainda com o gosto daquele tempero suave na boca.
— Que bom que gostou — disse Sophie, sorrindo enquanto recolhia os pratos da mesinha improvisada.
— O Noah é mesmo um cara de sorte — comentei, evitando encará-la diretamente e focando no prato agora vazio à minha frente.
— Por que acha isso? — perguntou, curiosa, virando o rosto para mim.
— Porque ele pode comer essa comida gostosa quando quiser — forcei um riso, tent