Samanta sentia como se cada segundo a arrastasse para mais perto de um abismo invisível. A ansiedade era uma névoa espessa em sua mente, corroendo suas forças e o pouco de serenidade que restava.
À medida que o relógio avançava, marcando sua aproximação com o horário do encontro marcado, sua respiração se tornava cada vez mais curta, vomitou três vezes, seu estômago um nó de angústia. Não conseguia concentrar-se em nada no trabalho, mal ouvia os colegas de equipe, e qualquer barulho mais alto