O café da manhã mal havia começado, e o salão permanecia iluminado pela luz fria da manhã, que tornava o silêncio mais nítido do que ele realmente era. Bianca pousou o guardanapo com cuidado, como aprendia a fazer — sem pressa, sem ruído.
Helena tirou o anel do dedo e o deixou sobre a mesa, gesto lento, quase meditativo.
Alberto recostou-se na cadeira com naturalidade ensaiada; quem não o conhecesse diria que estava relaxado. Quem conhecia, sabia que ele nunca relaxava de verdade.
— Comeu pouco