(POV Caelan )
A clareira estava silenciosa quando voltei.
Silêncio de matilha em repouso, mas que para mim era só prisão.
Todos dormiam em seus cantos, menos eu.
Não conseguia. Não desde que o selo me arrastara para o corpo dela outra vez.
Selene.
O nome dela era sombra e lâmina dentro da minha pele.
O selo não me deixava esquecer, não me dava trégua. Cada respiro dela ecoava dentro de mim. Cada tremor, cada gemido abafado, era meu também — mesmo que não fosse.
Sentei à beira da árvore mais alt