(POV Selene)
Meu corpo vacilou, os joelhos ameaçando ceder. Eu sabia que devia empurrá-lo, mas em vez disso agarrei os ombros dele. A mente gritava não, mas a carne implorava por mais.
A água ainda escorria pelo meu corpo quando fechei a torneira. O silêncio que veio depois foi quase ensurdecedor. Meus joelhos tremiam, a pele ardia e a boca ainda carregava o gosto de Caelan, como se o veneno dele tivesse entrado em cada veia.
Encostei na parede fria, respirando fundo. Eu devia estar exausta,