( Povo Selene)
O silêncio da floresta ainda grudava na minha pele quando voltamos ao abrigo improvisado nas ruínas. Dorian e Ronan se mantinham ocupados em qualquer coisa que evitasse me olhar por tempo demais: afiando lâminas, reorganizando suprimentos, fingindo que não tinham ouvido o mesmo grito que eu.
Eu não conseguia parar de pensar no som. Não no barulho em si, mas na sensação. Como se algo tivesse respondido. Como se houvesse um eco dentro de mim, esperando para voltar.
Me sentei no c