Maurício trouxe as duas caipirinhas e bateu o martelo:
— Termina e vamos.
Clara estava no fim do copo e, já mais leve pelo álcool, retrucou com um sorriso torto:
— Na-na-ni-na-não! Vou beber mais um pouco. Eu se fosse você também beberia pra me aguentar, porque gente bêbada é chata, mas hoje eu vou ficar insuportável.
Ele pousou a mão sobre o segundo copo, firme:
— Não vai não. Você vai falar comigo. Não é assim que se resolvem as coisas.
— Depois que eu beber, a gente fala, então. —