A noite caiu mais rápido do que qualquer outra daquele mês, como se o céu tivesse pressa de esconder o que o sol testemunhara. A sílaba — aquele “A” fraturado, meio sussurro, meio lembrança — ainda ecoava nos ossos de toda a casa.
Era como se o nome esquecido tivesse aproveitado a brecha e decidido… respirar.
Helena não conseguia descansar. Caminhava pelo salão com passos curtos, observando as sombras dançarem nas paredes, tentando decifrar se eram só sombras ou se eram ecos de histórias antiga