Na manhã seguinte, o nome não saiu da casa.
Não foi falado outra vez, ninguém ousou repeti-lo, mas ele ficou ali. Preso nas juntas da madeira, nos degraus gastos pelas botas, nos corredores estreitos que levavam de um cômodo ao outro. Era como se “Ael…” tivesse se espalhado sem precisar ser pronunciado.
Helena percebeu isso ao descer as escadas.
Os riscos que sempre estiveram ali — marcas do guardião antigo, cicatrizes da casa — pareciam organizados de outro jeito. Não tinham se movido, mas ago