O silêncio que ficou depois da frase de Lyria — “meu nome é a porta” — parecia mais pesado que a própria noite.
Helena sentiu a mão suar no ombro da filha.
Kael manteve-se imóvel, mas a cicatriz em sua garganta pulsava como um aviso.
O ar não voltou a funcionar até Erynn bater o cajado no chão.
— Todos para dentro. — Ela ordenou. — O vale vai nos ouvir se ficarmos aqui.
O povo obedeceu.
Os lobos recuaram devagar, como se estivessem guardando espaço para a família passar.
Helena pegou a mão de L