O rio levou o baú, mas deixou a dúvida.
Quando a água fechou por cima da madeira escura, Helena sentiu o ar mudar de peso — como se o vale tivesse prendido a respiração por tempo demais e só agora ousasse soltar metade dela.
Kael permaneceu parado à beira da ponte, olhos fixos no ponto onde o baú havia desaparecido.
A cicatriz em sua garganta ainda reluzia com o brilho residual da voz antiga que o baú soltara, mas agora… agora parecia apenas uma lembrança cansada.
Helena sabia que ele lutava co