O eco começou pequeno.
Como quem testa a própria casa com os dedos.
Na terceira madrugada de obra, a ponte respirava: cada laje assentada devolvia ao vale um som que não era ruído de pedra — era resposta.
Marta dormia ao pé do altar, a mão sobre o nome do filho; Brenno roncava baixo, envergonhado até dormindo; Sigrid tricotava nós no escuro, porque velhas importantes não apagam.
Helena acordou com a sensação de que alguém a chamava pelo nome certo sem usar voz.
Levantou, cobriu os ombros, enc