O silêncio após o nome foi absoluto.
Nem o vento ousava mover-se.
Até a neve, suspensa no ar, parecia ter esquecido de cair.
Helena permanecia no centro do círculo, o manto aberto, os pés descalços sobre o gelo.
O corpo dela emanava uma luz fria, prateada com veios dourados, que se espalhava como névoa sobre o altar.
O Coração da Geada pulsava embaixo, vivo, respirando.
Kael ainda a segurava pela cintura, o ombro sangrando através da bandagem improvisada.
A ferida se recusava a fechar, como se