Quando o Norte desperta um nome, tudo o mais se cala para ouvi-lo.
Naquela manhã, até os sinos pareceram tardar em tocar — como se temessem pronunciar algo que o vento já havia escolhido.
Helena caminhava pelo corredor de pedra com o manto apertado ao corpo.
O selo prateado em seu ombro pulsava; logo abaixo, a linha dourada ardia como fio incandescente sob a pele.
Desde a cripta, o nome sussurrado nos ossos — Aelyra — repetia-se como passo invisível atrás dela.
Não era só memória.
Era convocaçã