O sol começava a nascer sobre São Paulo, tingindo o horizonte com tons alaranjados que mal conseguiam apagar a escuridão da noite anterior. O armazém agora estava em silêncio, exceto pelo som de respirações ofegantes e o leve gotejar da água que caía de um cano quebrado. Isabela se encostou contra a parede fria, o coração ainda acelerado pela luta.
Rafael, com a camisa rasgada e um corte discreto no braço, parecia inabalável. Mas Isabela o conhecia bem o suficiente para perceber a tensão escond