Bianca acenou, engolindo em seco.
Enquanto subia as escadas, sentiu o peso do lugar a esmagá-la. Cada passo parecia retirar-lhe uma camada de orgulho. Ao entrar no quarto, frio, impessoal, quase vazio, deixou finalmente cair a mala no chão.
A porta fechou-se atrás dela com um som seco.
Bianca sentou-se na beira da cama e passou as mãos pelo rosto.
— Isto não vai durar — murmurou para si mesma, erguendo o queixo. — Eu não fui feita para ser descartada.
Do outro lado da porta, os tios conversava