Bianca estava sentada no balcão do bar pela terceira hora consecutiva, embora a sua noção de tempo estivesse distorcida desde o momento em que abandonara o apartamento de Matteo. O bar não era particularmente luxuoso, certamente não frequentado pela elite que costumava rodeá-la, mas tinha o que ela precisava: luz baixa, música abafada, e álcool suficientemente forte para tentar calar a dor que insistia em pulsar no peito.
O copo de uísque encontrava-se entre os seus dedos delicados, as unhas