P.O.V. Dimitri Vassiliev
O ruído constante das hélices era como um mantra metálico cortando o céu noturno.
Do alto, o País A parecia uma ferida de luzes — cidades pulsando como circuitos expostos, rios refletindo o brilho pálido da lua.
Dimitri manteve os olhos fixos no horizonte, as mãos firmes sobre o coldre do uniforme tático negro.
Nicole estava ao lado dele, o semblante impassível, os cabelos presos em um coque militar que não cedia nem ao vento que escapava pelas frestas do helicóptero.
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