Isabela's POV
A chuva não cessara desde a noite anterior.
Isabela observava as gotas escorrerem pela janela como se o mundo chorasse por ela.
Arthur ainda não respondia.
Mas o que doía era saber que ele estava ali — próximo, insistente, recusando-se a deixá-la partir.
O corpo dela reagia de maneiras estranhas: o enjoo constante, a sensibilidade, os sonhos.
Sonhos com água.
Com uma voz chamando seu nome.
Luana havia aparecido pela manhã, sorridente demais.
— Soube que ele veio aqui ontem à noite