Luana POV
A chuva cessara há dias, mas o cheiro da tempestade ainda pairava sobre a costa do País B.
O mar ali tinha outra cor — escuro, quase metálico, como se refletisse segredos.
Luana Monteiro observava as ondas através do vidro fosco do bunker subterrâneo, sentindo o eco distante dos trovões que pareciam existir apenas dentro dela.
Bruna trabalhava em silêncio sobre um emaranhado de cabos e chips, o rosto iluminado pelo brilho esverdeado das telas.
Henrick vigiava a entrada, com a velha