CAPÍTULO 117
Quando o coração insiste em voltar para o mesmo lugar
O silêncio da madrugada envolvia a casa em Genebra como um manto pesado. Lá fora, as ruas estavam adormecidas, iluminadas apenas por alguns postes solitários que jogavam reflexos pálidos sobre o portão da casa. O carro de Caio parou devagar, e ele permaneceu alguns segundos dentro, as mãos firmes no volante, como se precisasse de coragem para cruzar aquela linha invisível entre o dever e o desejo.
O coração dele batia acelerado,