CAPÍTULO 154
Quando levantar é mais que andar
CAIO MOREAU BASTIEN
Ela sorriu de volta, sem graça, e saiu. O quarto ficou grande demais. Peguei o controle do televisor e repassei o corredor de Paris gravado pela câmera do Lucas. Parei exatamente no instante em que Alinna ergue os olhos e fura o peito dele — e o meu — com um olhar que era tudo: força, cansaço, silêncio. Ela não dizia nada, mas parecia falar “eu aguento”. Eu quis responder “eu tô indo”.
Escrevi uma mensagem e apaguei. Escrevi out