CAPÍTULO 125
Quando o amor perdido sangra em tela
As lágrimas ainda escorriam pelo rosto de Alinna quando ela, com mãos trêmulas, pegou novamente o celular. O coração pedia para parar, mas algo dentro dela implorava para ouvir tudo, até o fim.
— Não… eu preciso ver… — sussurrou, a voz embargada.
O dedo dela clicou no próximo vídeo.
A imagem surgiu trêmula. Eduard aparecia quase bêbado, os olhos vermelhos, a gravata solta, a camisa amarrotada. Atrás dele, uma cama desarrumada em um quarto barato