Alena Petrova
A maçaneta girou devagar, e a porta se abriu só o suficiente para deixar passar uma pessoa passar. O pano de poeira na mão foi a primeira coisa que vi, o que me deu um certo alívio, depois o rosto de Olga surgindo com a expressão fechada, como se tivesse acabado de encontrar uma barata no meio da sala.
— Ah… é você. — disse, a voz carregada de um cansaço que não tinha nada a ver com a limpeza. — Por um instante, pensei que fosse o patrão.
Minha mão no bolso apertou a foto instinti