Mikhail Vasiliev
O portão da mansão se fechou atrás de nós, e Alena entrou primeiro. Eu fiquei do lado de fora, o telefone encostado no ouvido, ouvindo a voz grave do homem do outro lado da linha. Não era qualquer homem, não se usava aquele tom com Mikhail Vasiliev se não tivesse algo realmente sério para dizer.
— Estão de olho em você. — ele disse, sem rodeios. — E não é a polícia. Não é nenhum pequeno rival. É alguém… maior.
Minhas sobrancelhas se franziram.
— Maior, como?
Houve um silêncio